domingo, 20 de junho de 2010

XINGAMENTO DURANTE COLETIVA

Fiquei por entender o que Dunga balbuciava entre uma pergunta e outra durante sua entrevista coletiva após o jogo com a Costa do Marfim. Vejam só, Dunga aproveitava, entre uma pergunta e outra, para xingar um jornalista da Globo.

Quando entrou na sala de entrevistas do Soccer City, diante de cerca de 200 jornalistas brasileiros e estrangeiros, Dunga tinha um sorriso sarcástico. Ele acabava de classificar o Brasil às oitavas de final da Copa. Não havia motivos para ser bombardeado. E mesmo assim se irritou com alguns jornalistas.

Antes de se indispor com um repórter da TV Globo, Dunga disse que a partida foi muito difícil, não só pelo estilo do adversário, mas também pela complacência do árbitro aos pontapés dos marfinenses.

Após a resposta, Dunga olhou para Alex Escobar, da Globo, que estava na sala e disse assim: "Algum problema?" Escobar respondeu: "Nenhum, Dunga. Eu nem estava olhando para você."

Em seguida, um jornalista brasileiro pediu a avaliação do treinador sobre o desempenho de Luís Fabiano. Antes de responder, Dunga continuou olhando para Escobar e murmurando palavrões.

Depois falou do artilheiro da noite, Luís Fabiano.Voltou a olhar para Escobar. De novo murmurando para sua fala não sair no microfone, xingou o repórter da Globo.

Quase ao final entrevista perguntaram ao treinador se daria folga aos jogadores hoje. "Não adianta dar tempo livre aos jogadores porque vocês (jornalistas) vão atrás deles. Então é melhor ficar relaxado lá no hotel. Assim teremos mais tempo lapidar o que cada um precisa".

Antes de deixar a sala, o técnico disse assim a um funcionário da Globo: "É preciso ser homem, olho no olho e não m... nas calças.". Dunga estava feliz.

Se ganhar a Copa, o que ele fará com os jornalistas?

SERRA COMEMORA SELEÇÃO














O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, comemorou a vitória do Brasil diante da Costa do Marfim, elogiando o jogador Luis Fabiano e lamentando a expulsão de Kaká no final do segundo tempo. Ele assistiu à partida na Associação Cultural e Esportiva Nipo(Acenip), no Itaim Paulista, zona Leste da capital, ao lado do candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, e do prefeito da cidade, Gilberto Kassab.

O presidenciável disse que o placar ficou entre a sua previsão (2 a 1) e a do Kassab (3 a 0). "E eu torci para que ele (prefeito) acertasse em cheio", destacou, complementando que o Brasil no segundo tempo se acertou bem e o único lance chato foi a expulsão de Kaká, coautor de dois gols. O bom, é que já estamos classificados."

Na avaliação de Serra, outra coisa boa foi que o jogador Luis Fabiano voltou a marcar gols e vai ganhar confiança. "Ele é um goleador, então, nós vamos ter um Luis Fabiano confiante daqui em diante." Sobre o time da Costa do Marfim, o presidenciável destacou:"A favor da Costa do Marfim, eu diria que eles batalharam. Uma equipe brigadora, batalhou até o último minuto. Mas realmente diante do Brasil eles não tem força, não tem qualidade de futebol para enfrentar a nossa seleção."

Serra ganhou a camisa 11 de Robinho(vide foto), antes desse viajar para a Copa.

NEM LIVRO DE QUADRADINHOS


Deu no jornal Expresso de Lisboa:

Único Prémio Nobel da Literatura portuguesa faleceu, aos 87 anos, em Lanzarote. Muito debilitado fisicamente, José Saramago faleceu de "múltipla falha orgânica". O último adeus ao escritor decorreu no cemitério do Alto de São João, em Lisboa.

José Saramago "consagrou a língua portuguesa", considerou hoje em Lisboa Dilma Rousseff, a candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) às presidenciais de 03 de outubro próximo no Brasil.

"Acho que Saramago é o grande escritor português de língua portuguesa dos tempos modernos. Ele é para mim um escritor que reverencio. Eu li o Evangelho Segundo Jesus Cristo, (Todos os) Nomes e A Jangada de Pedra. Gosto dos três, mas gosto muito do Evangelho", precisou Dilma.

Comentários de leitores do Expresso:
Esta, nem livros de quadradinhos(quadrinhos prá nós) lê, não sabe quem é Camões e vem, com esta palhaçada, ver se ganha uns votos dos Portugueses radicados no Brasil.

A SENHORA CANDIDATA Á PRESIDÊNCIA DO BRASIL;DEVERIA DIZER...NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA..VÍU..???ATÉ QUANDO..???CPTS..KANTIFLAS.

OOOPSS!

DILMÉCIO? QUE BICHO É ESSE?


O presidente nacional do PT, José Eduardo Dutra, cometeu uma gafe ao chegar ao encontro estadual da legenda, em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, na manhã deste domingo. Questionado sobre o movimento Dilmasia, voto casado em Dilma Rousseff (PT) para Presidência da República e Antonio Anastasia (PSDB) para o governo de Minas, Dutra equivocou-se e lançou outra dobradinha para as eleições: Dilmécio.

"Nós temos claro que a nossa chapa é a Dilmécio. Vamos trabalhar nesse sentido e temos absoluta convicção que a militância do PT e do PMDB vão estar unidas e engajadas nesse processo eleitoral", comentou.

A expressão faz referência a Dilma e ao ex-governador Aécio Neves, pré-candidato ao Senado. Logo em seguida, José Eduardo Dutra tentou corrigir o ato falho e citou a aliança Dilmélio, com o ex-ministro Hélio Costa ao Palácio da Liberdade e a petista à Presidência. "Dilmélio. Demorou cair a ficha."

Dutra se juntou à cúpula petista e peemedebista e defendeu o nome de Patrus Ananias para ser o vice na chapa de Hélio Costa. A expectativa agora fica por conta do anúncio da composição para a disputa ao governo mineiro.

Huuuuuummmmmmmmm!!!!!

sábado, 19 de junho de 2010

DITOS POPULARES


Temos vários ditos populares e muitos deles são resultado de entendimento errado, embora quando inseridos na cena política, não estejam tão errados.

No popular se diz: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho carpinteiro'
Correto: 'Esse menino não pára quieto, parece que tem bicho no corpo inteiro'

Não sei por que, mas isso me lembra o presidente Lula discursando, suado e esbaforido, clamando: "Nunca na história desse país...", culpa do bicho carpinteiro!






"Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão.'
Enquanto o correto é: ' Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão.'

Bom, esse já me lembra o aparelhamento do governo Lula, com mais de 80.000 petistas ocupando cargos em todos os escalões federais. Essa batata tem muita rama!







'Cor de burro quando foge.'
O correto é: 'Corro de burro quando foge!'

Esse já me lembra a cor preta com amarela que a seleção brasileira adotou nessa Copa. Dizem que tem o dedo de um corintiano famoso na questão, tanto a cor de burro ou o medo do burro se aplicam no caso dele!







Outro que no popular todo mundo erra: 'Quem tem boca vai a Roma.' O correto é: 'Quem tem boca vaia Roma.' (isso mesmo, do verbo vaiar).

Essa me lembrou a vaia que Lula levou no Maracanã na abertura dos jogos Panamericanos. Aposto que naquele dia, Lula quis estar em Roma. Depois daquilo, Lula nunca mais voltou ao Maracanã, pegou trauma.








Outro que todo mundo diz errado, "Cuspido e escarrado" - quando alguém quer dizer que é muito parecido com outra pessoa.
O correto é: 'Esculpido em Carrara.' (Carrara é um tipo de
mármore)

Lembra Lula dizendo que Dilma é ele de saias. Realmente são muito parecidos intelectualmente, embora nada que possa ser representado em mármore carrara, o material é muito nobre e a comparação muito pobre!









Mais um famoso.... 'Quem não tem cão, caça com gato.'
O correto é:'Quem não tem cão, caça como gato.... ou seja, sozinho!'

Essa é do Serra, depois que Aécio amarelou de ser vice, Serra não desanimou e segue firme com sua campanha. Vice agora é só detalhe! E olha que tem muito rato para ser caçado(ou cassado?) na política brasileira!

RETIRADA ESTRATÉGICA



A candidata do PT à presidência, Dilma Rousseff, deixou claro ontem que não faz questão de participar de sabatinas organizadas com outros presidenciáveis. Ela menosprezou a importância dos debates com os adversários José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) e rebateu as críticas de que esteja fugindo do debate eleitoral em sua viagem de cinco dias à Europa. "Eu tenho feito vários debates com jornalistas", disse a petista.

O que ela chama de "debate com jornalistas" muitas vezes se torna um monológo balbuciante, cheio de da... do... de..., que por vezes deixa seu acompanhante de viajem, deputado José Eduardo Cardoso desesperado, vide foto.

Questionada sobre as críticas, feitas ontem por Serra, de que esteja usando a turnê para fugir aos debates, argumentou que só não foi à sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo. A candidata não informou, contudo, que o PT havia cancelado no Brasil sua participação em outra sabatina - a organizada pela Confederação Nacional da Agricultura (CNA), marcada para 1o de julho.

Ao longo de sua estada na Europa Dilma vem fugindo da imprensa. Além disso, usa as entrevistas para fazer discursos de campanha com os olhos fixos na câmera do cinegrafista contratado pelo PT para acompanhar a viagem. Na Espanha, ela pôde incrementar suas imagens de campanha com o encontro que teve com Zapatero. Foi a mais longa reunião do giro pela Europa, com uma hora e 20 minutos de duração. Na pauta, a crise que o país atravessa e as relações bilaterais.

sexta-feira, 18 de junho de 2010

ONÉSIMO FALOU


Da Folha On Line

O delegado aposentado da Polícia Federal Onézimo das Graças Sousa afirmou nesta quinta-feira que recebeu ameaça de morte após revelar que havia sido procurado por supostos emissários da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT) para investigar o candidato tucano à Presidência, José Serra, e produzir dossiês sobre ele.

"Recebi um e-mail dizendo que eu ia me transformar em nome de parque. Na hora, não entendi. Depois me lembrei do prefeito Celso Daniel. Era uma ameaça de morte."

O ex-prefeito de Santo André Celso Daniel (PT) foi sequestrado e assassinado em 2002. Hoje, é nome de parque na cidade que administrou.

Onézimo disse, porém, que não ficou com medo da ameaça. "Tratei como uma chacota."

O delegado aposentado reafirmou, em depoimento à CCAI (Comissão de Controle das Atividades de Inteligência) do Congresso, que foi procurado para "levantar tudo sobre" o candidato tucano.

Questionado se a investigação envolvia monitoramento telefônico, respondeu: "Eu não sou onipresente. Para um bom entendedor, um pingo é letra. Como posso saber tudo sobre um pessoa?".

Segundo ele, o convite para a reunião lhe foi feito em nome do ex-prefeito Fernando Pimentel (PT-MG). Afirmou, no entanto, que foi recebido por três supostos emissários do petista: Amaury, Luiz Lanzetta --que era encarregado da área de imprensa da pré-campanha-- e Benedito de Oliveira Neto.

O advogado de Lanzetta, Antonio dos Santos Jr., afirmou que o depoimento do delegado foi "confuso e genérico". "O sr. Onézimo será acionado legalmente pelas inverdades que está dizendo."

O deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) disse que o depoimento de Onézimo confirmou as informações já publicadas pela imprensa e acrescentou mais detalhes.

Fruet disse aguardar uma resposta do sargento da Aeronáutica Idalberto Martins, conhecido como Dadá, que também foi convidado para depor na CCAI. Dadá teria participado das reuniões para discutir a elaboração de dossiês.

De acordo com o deputado, a comissão vai pedir informações sobre o sargento à Aeronáutica.


Arte/Folhapress

"ARRAIÁ" MINEIRO DE OLHO NA COPA


Foi lançado na manhã desta sexta-feira, o 32º Arraial de Belô, que pretende, este ano, resgatar o espirito tipicamente mineiro. A festa, considerada a melhor da Região Sudeste, chega com uma missão: valorizar a identidade mineira junina e fazer do arraial uma atração turística para todo o país. Para isso, estão expressamente proibidas as músicas sertanejas e o forró para as quadrilhas, quem vai dar o ritmo para esse arraial são as violas e os acordeões, consagrando a alma da gerais.

De olho na Copa do Mundo 2014, para qual BH será uma das cidades-sede, a intenção da prefeitura é, começar já nesta edição do evento, a valorização desta cultura mineira para que possa se tornar uma grande atração turística. "A festa que tínhamos até o momento era de pouca identidade, tanto é que se permitia tocar músicas sertanejas e nordestinas. Pensamos: por que não as raízes mineiras?", conta o presidente da Belotur, Júlio Pires. De acordo com ele, as novidade que chegam este ano são para valorizar os artistas da terra. "Por isso, a viola", justifica, acrescentando que, com essa característica mais ressaltada, a prefeitura já deslumbra a possibilidade de a festa ser colocada nos pacotes turísticos de todo o país. "Estamos construindo um novo produto de turismo que vai atrair mais renda e emprego", aposta Júlio, revelando que a prefeitura investiu R$ 1 milhão para o arraial.

Para 2014, a ideia é de que, depois dos jogos, a festa junina da cidade seja capaz de convencer os milhares de turistas que estarão na cidade a permanecer mais, já que as apresentações vão ocorrer logo depois dos jogos da Copa do Mundo . "É uma forma deles conhecerem as nossas tradições e se divertirem com elas", acredita Júlio.

PATRUS HESITA


O ex-ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias (PT) sinalizou nesta sexta-feira que vai adiar ao máximo sua decisão sobre o convite para ser candidato a vice-governador na chapa encabeçada pelo ex-ministro Hélio Costa (PMDB) em Minas. Patrus não deve dar a resposta já neste fim de semana, quando o partido faz encontro estadual para referendar o nome do ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel como candidato ao Senado, como desejam lideranças dos dois partidos.

"Vou usar o prazo legal, mas é claro que o quanto antes melhor. Tenho conversado com as correntes do partido e pessoas ligadas aos movimentos sociais para encontrar a melhor solução", afirma. Os partidos têm até 5 de julho para registrar as chapas nos tribunais regionais eleitorais.

Patrus chegou a afirmar que não seria candidato a nada neste ano, após perder as prévias para Pimentel. No entanto, depois de ouvir líderes de várias tendências do partido e o apelo até do presidente Lula, já sinalizou que pode mudar de ideia. O nome dele na aliança é fundamental, de acordo com análise das executivas dos dois partidos, para diminuir a rejeição de Hélio Costa.

"Vou considerar a condição pessoal e a dimensão coletiva do nosso projeto nacional. Na vida nós não nos realizamos sozinhos. Na política, sempre caminhei com apoio de outras pessoas e portanto, tenho compromisso com elas", declarou Patrus.

TEMER NÃO CONTROLA PMDB

O presidente do PMDB, Michel Temer quer apelar pela neutralidade onde o partido estiver rachado na eleição presidencial, mas será uma tarefa ingrata. O PMDB está muito longe da unidade.

Vice na chapa presidencial da petista Dilma Rousseff, deputado Michel Temer (SP), não terá palanque eletrônico em São Paulo para pedir votos no programa eleitoral gratuito de rádio e televisão. O candidato da oposição à Presidência, José Serra, é quem vai usar os minutos do PMDB paulista na TV e não o presidente do partido, que disputará o Palácio do Planalto em parceria com o PT.

O PMDB está fazendo uma ofensiva para "segurar" o palanque eletrônico nos Estados em que o cenário é de racha partidário entre os presidenciáveis do governo e da oposição. A cúpula partidária instruiu alguns interlocutores a apelar pela neutralidade do palanque eletrônico onde não houver chance de fechar o apoio majoritário a Dilma.

É a única maneira para impedir que o tempo de televisão do partido seja consumido pelo adversário tucano José Serra, ao longo dos 45 dias de propaganda eleitoral gratuita. Mesmo assim, Temer já sabe que seus correligionários também vão pedir voto para o candidato do PSDB a presidente em Pernambuco e Mato Grosso do Sul. Difícil de conseguir.

Também é o caso do Rio Grande do Sul, onde a briga com o PT é intensa. A grande maioria do PMDB gaúcho se recusa a pedir voto para Dilma e não admite a presidenciável no programa eleitoral do partido. Neste caso, a neutralidade é única alternativa para evitar que o palanque eletrônico repita o palanque real, em que vários peemedebistas já trabalham para eleger Serra.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

ÓTIMO PROGRAMA ELEITORAL


Para alavancar a popularidade de José Serra, o PSDB apresentou seu candidato presidencial no programa partidário da sigla, veiculado na noite de hoje em rede nacional de TV, como um homem de família com origem humilde, o "Zé Serra". Em dez minutos de programa, o PSDB apostou as fichas nas principais vitrines eleitorais do tucano: saúde e gestão.

Na abertura da peça, veiculada a partir das 20h30, Serra falou sobre a importância de manter um dos programas mais populares e bem avaliados do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o Bolsa-Família. "Eu acho que o Bolsa-Família deve ser ampliado, deve ser fortalecido", defendeu, com a seguinte ressalva: "Agora, precisa saber fazer ele ir para frente. E eu acho que eu sei." O tucano também abriu o programa com a defesa do ensino profissionalizante e repetiu o slogan de sua campanha: "O Brasil pode mais."

Em seguida, Serra foi apresentado como pai de família, marido de Mônica e avô "coruja" de Antônio, Francisco e Gabriela. Ao falar dos netos, ele se emocionou: "Quando a tua netinha te liga e fala, ela não me chama de vovô, ela me chama de José, ''José, você não vem visitar?'', o que você fala?"

Depois da cena em família, o programa exibiu a Mooca, bairro operário onde o presidenciável nasceu: a casa de fachada azul, a foto da mãe, dona de casa, e do pai, vendedor de frutas. Ao mostrar as fotos, o locutor reforçou a origem humilde do tucano. "Como filho de família pobre, Serra também estudou em escola pública."

O PSDB também apresentou Serra como "grande líder estudantil" e político que lutou contra a ditadura militar - "e por isso foi exilado." Em mais um esforço para contrapor a experiência administrativa do tucano a de sua principal adversária na corrida eleitoral, a candidata Dilma Rousseff (PT), o PSDB evidenciou no programa os cargos ocupados por Serra em sua vida pública. A peça mostrou que o tucano foi o deputado constituinte que mais aprovou projetos, o senador mais bem votado do País, o ministro do Planejamento do governo Fernando Henrique Cardoso que ajudou a implantar o Plano Real e "o melhor ministro da Saúde que o Brasil já teve".

O programa partidário do PSDB ressaltou também os mandatos executivos que Serra desempenhou na Prefeitura de São Paulo e no governo de São Paulo. Numa alusão a um dos famosos bordões utilizados pelo presidente Lula, o candidato tucano foi apresentado como "o único governador na história de São Paulo" eleito no primeiro turno. E foi explorada uma de suas principais vitrines administrativas: a saúde. O programa mostrou os programas criados pelo tucano quando à frente do Ministério da Saúde e do Palácio dos Bandeirantes. "Serra construiu ou reformou mais de 300 hospitais no País inteiro", salientou o locutor. "Vacina para gripe ao idoso. Isso não tinha, não. Foi o Serra que fez."

O programa do PSDB disse que "Zé Serra é sujeito simples, de bem com a vida e com seu povo". Foram exibidos ainda depoimentos de eleitores de vários pontos do Brasil, como Minas Gerais, Paraíba, Ceará e Paraná, além de São Paulo. Num deles, o ''seu Maneco'', barbeiro em Curitiba (PR), disse que Serra é um homem sério e que foi o maior presente de toda a sua vida conhecê-lo. Maneco relatou que foi graças a um mutirão de câncer de próstata, quando Serra era ministro da Saúde, que detectou a doença e pode tratá-la. Nesse encontro, o candidato tucano se emocionou e disse que são histórias como essa que o fazem acreditar que vale a pena encarar os desafios.

As referências ao PT, maior adversário nesta campanha, foram sutis no programa partidária tucano. Numa delas, o locutor disse que, enquanto os adversários apenas gostam de falar muito, Serra gosta de fazer. No final do programa, sem citar o PT, Serra reconheceu que "o Brasil avançou em algumas coisas", mas ponderou: "falta muito por fazer". "A saúde pública está ruim, a educação precisa melhorar muito e a segurança, em muitos lugares está péssima e as drogas são um verdadeiro pesadelo para as famílias", afirmou. E encerrou com o seu slogan: "Isto tem que mudar, o País pode melhorar muito. Vamos juntos, o Brasil pode muito mais."



DILMA FORA DA FAIXA


A destemida candidata de Lula, revela desrespeito e arrogancia no seu passeio por Paris.

Dilma Rousseff parou o movimentado trânsito do Boulevard Haussmann, ontem, em Paris, ao atravessar as duas pistas fora da faixa de pedestres. "Eu não tenho medo", disse a ministra a assessores, que falaram do perigo de fazer aquilo. Gentis, os motoristas pararam quando ela avançou para o meio da rua. "Nossa, eles pararam para a gente passar", comentou.

Do outro lado da rua, caminhou mais uns cem metros até chegar ao Museu Jaquemart-André, que apresenta a mostra De El Greco a Dalí. Dilma pagou 11 para entrar, dinheiro que tirou da carteira. Demorou cerca de 40 minutos no museu. Passeou por vários salões, demorou-se num afresco de Tiepolo sobre uma recepção do rei Henrique III, e se dirigiu à área da mostra.

Lá, fixou o olhar com maior demora em três obras-primas sobre crianças feitas pelo pintor impressionista espanhol Joaquin Sorolla y Bastida. "Eu gosto daquela pintura. Pare de novo para vê-la", aconselhou Dilma ao secretário-geral do PT, José Eduardo Cardozo, que a acompanha na visita a Paris.

Ao deixar o museu, Dilma caminhou mais uns 500 metros e começou a cobrar dos assessores um lugar para almoçar. Logo depois, disse: "Gente, eu paro onde for, mas quero comer agora." Entraram então num típico café parisiense, Le Carrefour.

Dilma cometeu duas gafes durante o passeio entre seu hotel, o museu e o café. Ao chegar ao museu houve um breve tumulto, porque a curadoria do estabelecimento não queria permitir fotos. Mesmo assim, alguns jornalistas conseguiram furar o bloqueio e seguiram a ministra.

Ao deixar o museu, e ao tomar conhecimento da confusão com os jornalistas, Dilma comentou: "Eu fiz de conta que não conhecia ninguém. Olhei para o teto, como se não tivesse nada a ver com esse pessoal e fiz de conta que eram estrangeiros, que eram argentinos."

Aproveitando a deixa, alguns repórteres disseram a ela que no dia anterior torcedores portugueses passaram pelos jornalistas que estavam em frente ao hotel da ex-ministra e os provocaram, chamando-os de argentinos. Dilma sorriu. "Só mesmo os portugueses para confundir brasileiros com argentinos."

E quem confunde ela com Lula, é o que?

quarta-feira, 16 de junho de 2010

ESTATUTO DA RAÇA HUMANA


O plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira, em sessão extraordinária, o Estatuto da Igualdade Racial. Mais cedo, o texto havia sido aprovado na Comissão de Constituição e Justiça e passou sem alterações no plenário da Casa. O projeto segue agora para sanção presidencial.

O relatório do senador Demóstenes Torres (DEM-GO) suprimiu o trecho que tratava de reserva de vagas para negros em partidos políticos, cotas para negros nas universidades, cotas de emprego para negros na iniciativa privada, e o que estabelecia políticas específicas de saúde para a população negra. Foi suprimido o conceito de raça e a pretensão de negros pedirem indenização ao Estado pelo período de escravidão. Demóstenes disse que jamais contribuiria para jogar o Brasil num conflito entre brancos e negros e que sua preocupação foi proteger os mais pobres, sejam eles de qualquer cor.

O texto prevê garantias e o estabelecimento de políticas públicas de valorização aos negros. Na área educacional, por exemplo, incorpora no currículo de formação de professores temas que incluam valores de respeito à pluralidade etnorracial e cultural da sociedade.

O Estatuto de Igualdade Racial, que tramitou no Congresso Nacional por sete anos, foi aprovado por meio de acordo na comissão e no plenário. O deputado Edison Santos, ex-ministro da Secretaria Especial de Políticas para a Igualdade Racial, considerou que o preceitos da nova lei atendem às reivindicações da comunidade negra.

Caiu por terra a pretensão daqueles que queriam o Brasil dividido em raças, mais por causa de privilégios a serem conquistados do que por convicções raciais. Nós somos um só povo, o brasileiro! E uma só raça, a humana!

terça-feira, 15 de junho de 2010

PARTIDO E GOVERNO NO LIQUIDIFICADOR


por Míriam Leitão de O Globo-

No Brasil, perdeu-se a noção de como é grave essa delinquência política. Não houve punição alguma quando o PT foi apanhado comprando dossiê no Hotel Ibis em São Paulo. Não haverá agora.

O ponto decisivo foi setembro de 2006, quando um grupo formado por dois graduados funcionários do comitê de campanha de reeleição do presidente Lula, um diretor do Banco do Brasil, o chefe de comunicação da campanha do então candidato do PT ao governo do estado de São Paulo, pessoas da copa e cozinha do presidente foram apanhados tentando comprar um dossiê contra adversários. Dois deles estavam com R$ 1,7 milhão na mão, em dinheiro vivo, sem origem comprovada.

Eles foram presos, depois soltos, o diretor do Banco do Brasil foi demitido com muitos elogios, o suposto chefe da operação é hoje próspero fazendeiro. A reação da ocasião foi tentar negar as óbvias ligações com a estrutura da campanha presidencial, o presidente Lula chamou-os de "meninos" e "aloprados", e depois denunciou um suposto golpismo contra ele, Lula.

Os atuais indícios de que se pretendia espionar o candidato do PSDB ou que podem ter sido acessados dados sigilosos dentro da máquina da Receita Federal de um dos integrantes da direção do maior partido da oposição são a comprovação de que o que não é punido se repete. De novo, o presidente Lula usa o mesmo truque de tentar inverter a situação e colocar seu partido como vítima de uma armação.

Mais assustador do que um episódio isolado é o fato de que eles se repetem, numa clara indicação de que vão se tornando prática política no Brasil em período eleitoral. Espionar o adversário político usando escutas ilegais, acessando dados informados exclusivamente ao Setor Público e que estão protegidos por sigilo é totalmente inaceitável.

Acostumar-se a isso é começar a cavar a cova da própria democracia, que pressupõe que todos se submetam às leis e que os partidos que governam são administradores temporários e não donos da República. Usar a máquina pública para intimidar adversários políticos é um veneno letal às instituições.

Há várias formas de ameaçar a democracia. Da mais óbvia delas, o golpe de Estado, aprendemos a nos defender. Mas existem outras formas sutis de solapar a democracia, deformá-la até que ela fique irreconhecível.

O uso da máquina pública para fins partidários é uma delas. Outra, é a delinquência política reiterada e sem punição até que ela se torne parte dos usos e costumes do país.

O que torna o ambiente cada vez mais perigoso é que o Brasil não tem mais um presidente, tem um chefe político em campanha incessante. É isso que faz com que ele, em palanque, acuse a oposição de fazer "jogo rasteiro inventando um dossiê por dia".

A atitude correta do presidente deveria ser a de querer tudo esclarecido para se saber se foi realmente uma pessoa lateral na campanha da sua candidata que tomou uma atitude isolada ou parte de uma conspiração; se há funcionários públicos usando para fins políticos o acesso que têm a dados dos cidadãos.

Não há esperança alguma de que o presidente Lula se comporte como um chefe de um governo de todos. Ele é o flagrante mais explícito da mistura entre partido e governo.

A última esperança de que agisse como estadista foi em 2006. À frente nas pesquisas, com claras chances de reeleição, ele poderia ter tomado uma atitude depuradora dos maus costumes políticos que estavam se instalando em seu próprio comitê de campanha.

Como a condenação ficou apenas no levíssimo epíteto de "aloprados", tudo ficou por isso mesmo. O sistema político brasileiro foi avisado de que essa prática é aceitável, basta, se alguém for apanhado, romper um contrato de prestação de serviço, isolar temporariamente a pessoa contaminada.

O capítulo seguinte é fazer a transposição de papéis em que vítimas viram culpados, e os culpados, vítimas.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

ALOPRADOS DE LULA


"Vocês nunca viram numa campanha minha qualquer jogo rasteiro. Agora, tem gente que é especialista nisso no Brasil e vocês sabem quem são. Não somos nós...”

“...A história de dossiê não nasceu dentro do PT. Eu acho que cada um faz a campanha que acha que deva fazer, cada um faz o discurso que acha que deva fazer. Cada um planta o que quer e colhe, muitas vezes, o que não quer".


As aspas são de Lula falando de dossiê. Realmente é um homem corajoso. Corajoso para mentir tão candidamente. Será que Lula, um homem semi alfabetizado, pensa que o resto do país é idiota?


Nunca se viu jogo rasteiro em campanha de Lula? E o dossiê dos "aloprados" de 2006? Foi na campanha de quem? Recrutados por Ricardo Berzoini, os “aloprados” de 2006 integravam um tal núcleo de “inteligência” da campanha de Lula. Esse termo 'aloprados" foi cunhado pelo próprio Lula, que pego com as calças na mão, tentou mostrar descontentamento com a baixaria.


Sabemos quem são os especialistas no jogo baixo de campanha eleitoral no Brasil, a história recente mostra isso, por exemplo a campanha de Lula em 2006, a campanha de Mercadante em São Paulo, também em 2006.


Agora, nas eleições de 2010, os "aloprados" do dossiê do PT, são gente de dentro do comitê de campanha de Dilma e também gente com livre trânsito no governo dele, que desfrutam de facilidades em licitações.


Eu acho que Lula não quer ser levado a sério nas suas declarações, porque se ele acha que com lero, lero vai desconstruir as evidencias do dossiê, é melhor trazer provas à luz, do contrário a sua conversa mole não vai convencer ninguém.

domingo, 13 de junho de 2010

VAIANDO A HISTÓRIA


Numa convenção marcada por homenagem às mulheres, a Princesa Isabel, que assinou a abolição da escravatura, foi vaiada hoje por militantes petistas. Já o adversário histórico do PT, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), ganhou espaço vip no palco e aplausos. O encontro organizado pelo PT para oficializar a candidatura de Dilma Rousseff à Presidência reuniu 1.800 pessoas em Brasília.

Vaiar a princesa Isabel faz parte da idéia petista de recontar a história do Brasil, agora aplaudir Sarney já é um posicionamento típico das ações petistas no governo Lula.

Usando um casaquinho vermelho, Dilma subiu ao palco da festa preparada para ela. Mas o papel de estrela do evento foi mesmo de Lula. Dilma discursou por 50 minutos, mas não empolgou. Lula falou antes e menos que Dilma - cerca de 30 minutos. Lula reclamou da imprensa dar mais destaque a Serra e Dilma parece uma aluna da alfabetização fazendo apresentação no dia de formatura de alfabetizada.

Assim como Dilma, Lula e a primeira-dama, Marisa, compareceram ao evento de blusa vermelha. Previsível, o vermelho foi a cor predominante da festa. Vermelhos que apreciam o verde, do dólar!

A platéia, típicamente de militantes, não parecia tão animada como era de se esperar.

Dentro do salão do Unique Palace, além de políticos e militantes, chamava atenção um grupo de lobistas que costuma circular pelo Congresso. Atenção eleitores!

Quem também tentou fazer barulho foram petistas do Maranhão. Dois dias depois de o PT nacional ter anulado o encontro estadual do partido - a ideia do PT maranhense era apoiar Flavio Dino (PC do B) - e obrigar a legenda a apoiar Roseana Sarney (PMDB), dirigentes distribuíam manifesto. No texto, criticam Sarney - aplaudido no palco - e explicavam as razões de estarem em greve de fome, o que preocupa o PT.

Hoje, além do deputado Domingos Dutra (MA), quem aderiu ao movimento foi um dos mais velhos fundadores do PT, Manoel da Conceição, de 75 anos. Presente, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney, foi citada por Dilma. Mas erroneamente, a candidata a chamou de Roseane. Ao final do evento, os próprios petistas resumiram a festa: "Já tivemos convenções melhores."

O presidente do PT, José Eduardo Dutra, encerrou a convenção chamando de "mico" o cumprimento das exigências da lei referentes à realização de uma convenção partidária. Ou esses petistas são avessos à lei ou são burros mesmo!

"NÃO HÁ LUGAR PARA LUÍSES"


Resumo do discurso de José Serra na convenção, em Salvador, que aprovou seu nome para candidato do PSDB à presidencia da República:

* Acredito que a democracia é o único caminho para que as pessoas em geral, e os trabalhadores em particular, possam lutar para melhorar de vida. Não é com o menosprezo ao Estado de Direito e às liberdades que vamos obter mais justiça social duradoura. Não há justiça sem democracia, assim como não há democracia sem justiça.

* Acredito na liberdade de imprensa, que não deve ser intimidada, pressionada pelo governo, ou patrulhada por partidos e movimentos organizados que só representam a si próprios, financiados pelo aparelho estatal. Não aceito patrulha de idéias -- nem azul, nem vermelha. A sociedade é multicolorida, multifacetada, plural. E assim deve ser.

* Acredito na liberdade de organização social, que trabalhadores e setores da sociedade se agrupem para defender interesses legítimos, não para que suas entidades sirvam como correia de transmissão de esquemas de Poder.

Organizações pelegas e sustentadas com dinheiro público devem ser vistas como de fato são: anomalias.

* Acredito que o Estado deve subordinar-se à sociedade, e não ao governante da hora, ou a um partido. O tempo dos chefes de governo que acreditavam personificar o Estado ficou pra trás há mais de 300 anos. Luis XIV achava que o estado era ele. Nas democracias e no Brasil, não há lugar para luíses assim.

* Acredito que a oposição deve ser considerada como competidora, adversária, e não como inimiga da pátria. E, num regime democrático, jamais deve ser intimidada e sofrer tentativa de aniquilação pelo uso maciço do aparelho e das finanças do Estado.

* Acredito nos direitos humanos, dentro do Brasil e no mundo. Não devemos elogiar continuamente ditadores em todos os cantos do planeta, só porque são aliados eventuais do partido de governo. Não concordo com a repressão violenta das idéias, a tortura, o encarceramento por ideologia, o esmagamento de quem pensa diferente.

* Eu acredito nos servidores públicos e nos técnicos e trabalhadores de empresas estatais, que são vítimas do loteamento político, de chefias nomeadas por partidos ou frações de partidos, por motivos pouco confessáveis, males esses que chegaram até às agências reguladoras.

* Acredito que são os homens que corrompem o poder e não o poder aos homens. Quem justifica deslizes morais dizendo que está fazendo o mesmo que outros fizeram, ou que foi levado a isso pelas circunstâncias, deve merecer o repúdio da sociedade. São os neo-corruptos.

* Não tenho esquemas, não tenho máquinas oficiais, não tenho patotas corporativas, não tenho padrinhos, não tenho esquadrões de militantes pagos com dinheiro público. Tenho apenas a minha história de vida, minha biografia e minhas idéias. E o apoio de vocês que me conhecem e compartilham minhas crenças.

* Temos de afastar-nos de três recordes inernacionais que em nada nos ajudam a satisfazer nossas necessidades e preencher nossas esperanças: o Brasil hoje tem uma taxa de investimento governamental das menores do mundo, a maior taxa de juros reais do mundo e a maior carga tributária de todo o mundo em desenvolvimento.

sábado, 12 de junho de 2010

ZUMBI TINHA ESCRAVOS NEGROS


Lula quis recontar a história do Brasil e de certo modo impôs algumas idéias, como por exemplo, quer impor a idéia de uma culpa coletiva da sociedade brasileira com relação à escravidão africana; criou heróis polêmicos, como Zumbi dos Palmares e o terrorista Carlos Marighella; concede áreas ditas indígenas e quilombolas com uma única reivindicação e por aí vai, besteira atrás de besteira.

Pois foi lançado um livro que vai incomodar as convicções e as certezas afirmativas de Lula.

Os intelectuais de esquerda que escrevem a história brasileira têm mais um livro para se incomodar: o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil, do jornalista Leandro Narloch. Não deixe de ler!

Veja o que pode encontrar no livro:

Zumbi tinha escravos

Nos anos 70, os historiadores marxistas projetaram no Quilombo de Palmares tudo o que imaginavam de sagrado para uma sociedade comunista: igualdade, relações de trabalho pacíficas e comida para todos. Sabe-se hoje que o quilombo do século 17 estava mais para um reino africano daquela época que para uma sociedade de moldes que surgiram mais de um século depois. Zumbi provavelmente descendia de imbangalas, os "senhores da guerra" da África Centro-Ocidental. Guerreiros temidos, eles habitavam vilarejos fortificados, de onde partiam para saques e sequestros dos camponeses de regiões próximas. Durante o ataque a comunidades vizinhas, recrutavam garotos, que depois transformariam em guerreiros, e adultos para trocar por ferramentas e armas. Esse modo de vida é bem parecido ao descrito por quem conheceu o Quilombo dos Palmares. "Quando alguns negros fugiam, mandava-lhes crioulos no encalço e uma vez pegados, eram mortos, de sorte que entre eles reinava o temor", afirma o capitão holandês João Blaer.

Décio Freitas inventou dados sobre Zumbi

Os historiadores marxistas que engrandeceram Zumbi tinham um problema: não há sequer um documento dando detalhes da personalidade ou da biografia do líder negro. Para resolver esse obstáculo, Décio Freitas mentiu sem culpa. No livro Palmares: A Guerra dos Escravos, Décio afirma ter encontrado cartas mostrando que o herói cresceu num convento de Alagoas, onde recebeu o nome de Francisco e aprendeu a falar latim e português. Aos 15 anos, atendendo ao chamado do seu povo, teria partido para o quilombo. As cartas sobre a infância de Zumbi teriam sido enviadas pelo padre Antônio Melo, da vila alagoana de Porto Calvo, para um padre de Portugal, onde Décio as teria encontrado. Ele nunca mostrou as mensagens para os historiadores que insistiram em ver o material. A mesma suspeita recai sobre outro livro seu, O Maior Crime da Terra. O historiador gaúcho Claudio Pereira Elmir procurou por cinco anos algum vestígio dos registros policiais que Décio cita. Não encontrou nenhum.

Quem mais matou índios foram os índios

Nas bandeiras ao interior do Brasil, geralmente apontadas como a maior causa de morte da população indígena depois das epidemias, havia no mínimo duas vezes mais índios - normalmente dez vezes mais. Sobre a mais mortífera delas, a que o bandeirante Raposo Tavares empreendeu até as aldeias jesuíticas de Guaíra, os relatos apontam para uma bandeira formada por 900 paulistas e 2 mil índios tupis. "No entanto, nestas versões, o total de paulistas parece exagerado, uma vez que é possível identificar apenas 119 participantes em outras fontes", escreveu o historiador John Manuel Monteiro no livro Negros da Terra. Cogita-se até que o modelo militar das bandeiras seja resultado mais da influência indígena que europeia. "É difícil evitar a impressão, por exemplo, de que as bandeiras representavam uma predileção tupi por aventuras militares", afirma o historiador Warren Dean.

Os portugueses ensinaram os índios a preservar a floresta

Apesar de muitos líderes indígenas de hoje afirmarem que o "homem branco" destruiu a floresta enquanto eles tentavam protegê-la, esse discurso politicamente correto não nasceu com eles. Nasceu com os europeus logo nas primeiras décadas após a conquista. Os portugueses criaram leis ambientais para o território brasileiro já no século 16. As ordenações do rei Manuel I (1469-1521) proibiam o corte de árvores frutíferas em Portugal e em todas as colônias. No Brasil, essa lei protegeu centenas de espécies nativas. Em 1605, o Regimento do Pau-Brasil estabeleceu punições para os madeireiros que derrubassem mais árvores do que o previsto na licença. Conforme a quantidade de madeira cortada ilegalmente, o explorador poderia ser condenado à pena de morte.

João Goulart favorecia empreiteiras

A informação vem do próprio Samuel Wainer, no livro Minha Razão de Viver. De acordo com o jornalista, então diretor do Última Hora e um dos principais aliados do presidente, o esquema da época era aquele famoso tipo de corrupção que hoje motiva escândalos. "Quando se anunciava alguma obra pública, o que valia não era a concorrência - todas as concorrências vinham com cartas marcadas, funcionavam como mera fachada", escreveu Wainer. O que tinha valor era a combinação feita entre homens do governo e das empresas por trás das cortinas. "Naturalmente, as empresas beneficiadas retribuíam com generosas doações, sempre clandestinas, à boa vontade do governo."

Os guerrilheiros comunistas não lutavam por liberdade

De dezoito estatutos e documentos escritos por organizações de luta armada nos anos 1960 e 1970, catorze descrevem o objetivo de criar um sistema de partido único e erguer uma ditadura similar aos regimes comunistas que existiam na China e em Cuba. A Ação Popular, por exemplo, defendia com todas as letras "substituir a ditadura da burguesia pela ditadura do proletariado".

Inclui-se aí a candidata de Lula, a comunista Dilma Rousseff.

CAFÉ A R$ 352,22 A XÍCARA


Como tenho dito aqui, quanto mais se mexe nessa história do dossiê, mais fede. Veja essa relação espúria entre o Ministério da Pesca e o empresário Benedito Rodrigues de Oliveira Neto, o Bené,
dono da Dialog Serviços de Comunicação e Eventos. Bené seria o pagador de R$ 1,6 milhão pelo dossiê do PT.

O Ministério da Pesca queria destinar 94 milhões à Dialog, para ela fornecer, entre outras coisas, cafezinho a funcionários e visitantes. Cada xicrinha custaria aos pagadores de impostos do Brasil a fortuna de 352,22 reais.

Atenção: o Ministério da Pesca se dispôs a pagar ao empresário 352,22 reais por 50 mililitros de café na xícara, usando para isso o dinheiro dos impostos subtraídos dos brasileiros honestos que acordam cedo e vão trabalhar. Com o valor que Benedito receberia por uma única xicrinha, qualquer dona de casa do Brasil compraria 40 quilos de café torrado e moído (9 reais o quilo) e serviria 4 000 chávenas de café forte.

Em outras palavras, uma família brasileira de quatro pessoas, cada uma tomando três xícaras de café por dia, levaria onze meses para gastar o mesmo que o empresário receberia do Ministério da Pesca por uma mísera xicrinha de 50 mililitros. Seria o cafezinho mais caro da história do planeta se o Tribunal de Contas da União não tivesse percebido a tramoia e suspendido o processo de contratação da Dialog.

Agora, milhões de reais em contratos justamente de serviços e logística obtidos pela Dialog junto ao Ministério da Agricultura estão agora sob investigação da Controladoria-Geral da União. Quanto será que custará o cafézinho no ministério da Agricultura? Logo saberemos.

BIG BROTHER PETISTA


A chamada "equipe de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT) investigou e levantou dados fiscais e financeiros sigilosos do vice-presidente executivo do PSDB, Eduardo Jorge Caldas Pereira.

O grupo obteve documentos de uma série de três depósitos na conta de EJ no valor de R$ 3,9 milhões, além de outras informações de seu Imposto de Renda. "É um completo absurdo essas informações terem chegado até eles. Isso demonstra a repetição do método do PT", disse Eduardo Jorge.

"O PT e a coordenação da campanha não autorizaram, orientaram, encomendaram, solicitaram, ordenaram ou tomaram conhecimento. Repudiamos operações ilegais na campanha eleitoral"., diz o presidente do PT, José Eduardo Dutra.

Esse dossiê fede cada dia mais e está ficando difícil para o PT conseguir negá-lo. Como essas informações chegariam às mãos do PT sem espionagem?

São dados fiscais e financeiros sigilosos que de Eduardo Jorge e que estão disponíveis sómente para a Receita Federal. Como essas informações saíram da Receita? O PT se apropriou também da Receita federal? O dossiê traz dados da CPI do Banestado e de negócios da filha de Serra.

Isso mostra que todos os cidadãos brasileiros, hoje, estão sujeitos à espionagem por parte do governo, é o Big Brother petista instalado no país!